sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

9 dicas que vão te impulsionar a concluir os trabalhos de artesanato que inicia

               Sim, sou uma pessoa cheia de iniciativa. Me faltam ”continuativas”! Adoro começar trabalhos em artesanato...mas logo perco o foco e o trabalho vai para uma sacola no fundo do armário.

               Você se identifica?

               Pois é, lancei esta pergunta em um grupo e veio um enxurrada de ótimas respostas e dicas para motivar e concluir trabalhos iniciados. Então, resolvi organizar algumas questões que achei bem legais para esclarecer esta questão.

1.       Mantenha seu atelier organizado. A bagunça enlouquece e desmotiva qualquer um e faz a gente perder um tempo precioso procurando materiais.
2.       Estabeleça uma regra básica: nada de começar um trabalho sem ter concluído o anterior.
3.       Compreenda a importância de ter seu trabalho concluído e seu cliente feliz! Você vai querer ver o resultado final logo!
6.       Lembre que para iniciar o trabalho você investiu algum dinheiro. O foco no giro do capital também é um ótimo motivo prá te animar a concluir o trabalho.
7.       Lembre do momento em que vai postar o trabalho em suas redes sociais. É muito legal esta etapa de compartilhar um trabalho bem feito e ter o orgulho de dizer: "Fui eu quem fez!".
8.       Ter uma agenda de encomendas organizada. Definir um prazo para conclusão e focar na meta!
9.       Uma coisa é certa! Para qualquer atividade que resolvemos nos dedicar, é preciso de muito esforço, foco e comprometimento. E agora me diz: o quanto você é comprometida com você mesma a ponto de começar e iniciar um projeto?

Mas cuidado! A qualidade do trabalho e acabamento é essencial!  Não vale se apressar pra terminar. Faça com calma, a seu tempo e com o coração! Onde o coração está, o sucesso é garantido!

Bjs e um final de semana cheio de artes e inspiração!

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

DESAFIO SEM MEDO DE QUILTAR

6 motivações  para você perder o medo começar a quiltar já!

Você é do tipo que só faz matelassê ou faz quilt usando os pontinhos lindos da sua máquina por medo de encarar um quilt livre? Não se sinta só! Somos muitas neste time.  Ou já fomos, afinal, muitas de nós estão neste momento, tentando aprender sobre quilt e superando o medo! Venha você também aproveitar estas dicas maravilhosas para iniciar neste mundo maravilhoso e liberdade do quilt livre!!

1.       Em primeiro lugar, é preciso parar de criar desculpas a si mesma. Desculpas do tipo: “Minha máquina é velha e não quilta” “É muito difícil” “Não me coordeno” “ Eu não vou conseguir nunca”. Se somos o que pensamos, que tal pensarmos o melhor de nós mesmas?

2.       Compreenda e aceite que toda a peça que envolve um sanduíche de tecidos e fibra deve ser quiltada. Então, que tal colocar na lista de prioridades para 2018?  Fazer 15 minutos de quilt por dia! Simples assim. Afinal de contas, dez entre dez professoras dizem que o segredo do quilt é muito treino!

3.       Já parou prá pensar na quantidade de fios pra arrematar ao final de uma costura com matelassê? Será que o quilt livre nãos seria mais simples que isso?

4.       Que tal voltar ao ensino básico? Sim, o quilt livre é um exercício muito mais mental do que braçal. O desenho a ser quiltado deve ser compreendido pelo cérebro. Por isso, é ótimo iniciar com desenhos num papel em branco( eu tenho um  caderno só de padrões de quilt – quando quero quiltar algo diferente, treino no caderno antes de passar para a máquina).  Uma folha em branco e um lápis sempre funcionam muito bem!

5.       Talvez o quilt livre tradicional, ou caminho de bêbado como é muito conhecido, não seja o melhor quilt livre para você começar. O google oferece muitos padrões de quilt diferentes que podem te motivar. Eu mesma, me encorajei a partir de outro padrão, que achei muito mais simples e prático para o meu primeiro contato

6.       O youtube está repleto de vídeos super bem conduzidos sobre quilt livre. Escolha uma professora que te agrada e siga em frente!

Bom quilt!!! Qualquer hora é ótima prá iniciar um novo desafio!!

No link abaixo você pode adquirir o livro em PDF da querida e talentosa Marcia Baraldi. Lá você encontra exercícios e todos os dados básicos para iniciar um quilt!

Reativando

Olá gente arteira!!!!

Sempre quis escrever um blog. Comecei, mas nunca tirei o tempo de seguir com ele.

Agora acredito ter chegado o momento de dar continuidade este projeto. Pois é...mas o que me motiva? Neste blog, buscarei motivar as arteiras de plantão.  Quero conhecer melhor este mundo de mulheres movidas a ideias, dúvidas, criatividade, projetos, amor no que fazem e desafios.

Sou Elmari, mais conhecida por Fofa. Tenho uma loja de aviamentos, cuja história foi escrita em uma postagem anterior. Também amo desafios e o auto conhecimento. Quero sair desta vida melhor do que cheguei.

Que tal a proposta? Você vem comigo?

Então curte, comente, compartilhe o nosso link, levante questões que te incomodam ou que simplesmente você gostaria de dividir com a gente.

Vamos juntas crescer sempre mais!!!

Bjs no cuore e uma linda semana!



segunda-feira, 21 de março de 2016

Fecho, reco, zíper ou fecho eclair?

Aqui no sul pode ser reco (sim, réco) ou fecho. Ainda pode ser zíper ou fecho éclair.Se situou? Fiquei me perguntando de onde veio essa peça tão simples e tão importante que faz parte de nossa vida diária.

Aqui na Bonecrinha você encontra fechos simples, invisíveis, em metro, para calça jeans e para jaquetas. 

Te espero aqui!

Funcionamento[editar | editar código-fonte]

O zíper é formado por dois trilhos de dentes plásticos ou metálicos pelo qual corre o cursor, que tem aberturas em forma de um «Y». Pela parte de cima passam os dois trilhos separados, lado a lado, e dentro do cursor os dentes dos trilhos se engancham para saírem por uma saída só, juntos, pelo lado oposto pelo qual entraram.1

Histórico[editar | editar código-fonte]

Criação e popularização[editar | editar código-fonte]


Demonstração de um Zíper se fechando.

Filial da Stocko-YKK emWuppertalAlemanha.
A história do zíper, fecho éclair ou simplesmente "fecho", começou em 1893 na Exposição Mundial de Chicago, nos EUA, onde esse objeto deslizante para fechar e abrir roupas foi apresentado pela primeira vez. Tratava-se uma versão primitiva do dispositivo, com minúsculos ganchos e argolas, desenvolvida pelo engenheiro americano Whitcomb Judson. Este, cansado de abrir e fechar todos os dias os cordões de seus sapatos, teve a ideia de criar um artefato rudimentar, composto de ganchos e furos. Porém, esse tipo de zíper não era muito eficiente: não fechava com facilidade e abria em horas impróprias.
Embora Whitcomb Judson tenha sido o inventor e tenha montado uma fábrica para a criação dessa nova invenção, ele também era obrigado a fabricar botões. O zíper só começou a se popularizar quando começou a ser usado em outras peças de roupa, que não calçados, e quando foi inventada em 1912 pelo sueco-americano Gideon Sundback a versão do zíper que é conhecida hoje, com dentes que se engancham, o que tornou a o dispositivo mais prático ainda.
O zíper se difundiu por todo o mundo quando os aviadores americanos na Primeira Guerra Mundial usaram-nos para fechar seus uniformes, bem como quando foi introduzido na alta costura da moda mundial, quando a modista parisiense Elsa Schiaparelli começou a usá-los em suas criações nos salões franceses. O nome do zíper vem da palavra zipper, em inglês. Este nome popularizou-se somente em 1923, vindo de um funcionário da empresa americana B.F. Goodrich, em que o termo foi usado para denominar o fecho da nova linha de galochas de borracha da fábrica, chamada Zipper Boots.
Em Portugal adotou-se a expressão «fecho éclair», vinda do francês fermeture Éclair, que se refere ao nome da sociedade detentora do registo da marca — a Éclair Prestil SN. Essa expressão foi utilizada durante muitos anos, por fecho éclair ser uma marca mundialmente conhecida desde sua fundação em 1946.

Produção moderna[editar | editar código-fonte]

Atualmente, porém, o maior produtor de zíperes do mundo está bem longe dos EUA e da Europa, onde foi inventado e difundido. Localizado no Japão, o grupo YKK tornou-se o mais famoso do mundo na fabricação desses fechos.
A indústria, que foi fundada no ano de 1934 em Tóquio, possui 109 companhias pelo mundo todo, distribuídas em 71 países, dominando 45% do mercado mundial.
Fonte: Wikipedia

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Começando pelo começo

Muito feliz em estar em mais este meio de chegar até você que adora artesanato. A Bonecrinha, loja de materiais para artesanato (lãs, linhas, tecidos, rendas, fitas e mais) foi o sonho dessas duas figuras: eu (Elmari/Fofa) e a minha mãe (Nubia).

Desde criança, ela e a minha vó Maria (In Memorium) me tornaram uma apaixonada por artesanato. Sempre tive um sangue de negociante (meus avós tinham uma "bodega"). Não esqueço meus primeiros negócios na loja....nossa...parecia que tinha finalmente me encontrado na vida.

Em 2007, quando abrimos a loja, o nome inicial foi Arteira (nome que sempre imaginei para esta loja). Mas com o tempo, muitas arteiras apareceram e foi aí que resgatamos uma expressão da minha vó, que sempre chegava aqui em casa perguntando: "A Bonecrinha tá aí?", ou quando eu ganhava uma boneca nova, ela vinha e dizia: "Nossa, que bonecrinha bonitinha". É possível notar a importância dessa guerreira em minha vida né? Sim, ela foi uma vencedora na vida, e no alto de seus 88 anos, vivia com muita alegria e jovialidade no coração. 

Obrigada pelo carinho e esperamos ter ótimas trocas com você!

Rua Treze de Maio, 272 - Centro - Estrela - RS
51 3720 - 1080